Apesar de todo o sucesso de Tite na sua segunda passagem pelo time do Parque São Jorge- título brasileiro em 2011, título mundial em 2012 e a tão sonhada primeira Libertadores do clube, no mesmo ano-, a diretoria optou por demiti-lo e negociar com Mano Menezes. As sensações de esgotamento e imediatismo que são cultivadas no futebol brasileiro , mais uma vez, prevaleceram, e criou-se a ideia de que era necessário o famigerado "novos ares". Tite caiu. Mano chegou. O 2014 do Corinthians, com Mano, não foi de todo ruim: em um ano de trabalho, o ex-técnico da seleção brasileira deixou o clube em um respeitável quarto lugar que classificou a equipe para a pré-libertadores do ano que vem. Alguns questionam: "respeitável? Com o elenco que o Corinthians tem, era obrigação fazer muito mais que isso."
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| Mano Menezes, após um ano de trabalho, deixa o Corinthians |
Entretanto, os serviços prestados por Mano em 2014 foram considerados insuficientes para assegurar a permanência do treinador para a próxima temporada. Mesmo que o fosse, há de se considerar: Mano tinha um trabalho de um ano em desenvolvimento e relutava para encontrar uma forma da equipe jogar; parecia tê-la encontrado. Pouco importou isso. Mano caiu. Tite voltou. Alguns podem ver a volta de Tite como um arrependimento da diretoria corintiana; outros, como eu, enxergam simplesmente uma forma de trazer outro "novo", porque o que estava no cargo- por apenas um ano-tornou-se obsoleto. Fez-se preciso outra opção.
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| Tite volta ao Corinthians em nova aposta |

